17 março 2014

4° Capitulo - Our History - Naquela Época Parte II

"A vida dá revira voltas, então quando chegar no topo, não se desequilibre, a vida pode te levar para baixo. Mais acima de tudo, revire e volte ao topo. - Justin Bieber"


Justin Bieber P.V.O

Então, é... Agora você vai poder saber quem eu sou de verdade, a verdadeira história por trás do "nerd". Desliguei o chuveiro e me sequei, vesti uma roupa e fui para minha cama me deitei e fechei os olhos levemente, para mim lembrar daquela época tão boa.

Flash Back On

- Podemos conversa? - Aline disse vindo até mim, ela era uma daquelas lideres de torcidas atiradas, mais como sempre, eu odeio isso.
- Claro! - Disse e sorrir forçado, meu trabalho ali era ajudar essas garotas a ficarem mais populares, era uma boa causa, já que eu era o mais popular da faculdade.
- É.. - Ela me olhou. - É que... Eu... Bom, eu preciso ser mais popular - A olhei e bufei, obvio que ela quer isso, se não, não estaria aqui - É... Eu já tenho meio que um plano bolado - Ela disse e eu a olhei fixadamente - Eu gosto do... - Ela olhou para Bryan - Eu gosto do Bryan e eu sei que ele gosta de mim, ele é popular e se nós fizermos... - Me olhou e abaixou a cabeça - Fizermos um vídeo juntos agente... Agente pode ficar mais popular - Disse-me olhando para baixo.
- Que tipo de vídeo? - Perguntei com medo da resposta.
- Pornográfico - Respondeu e eu formei um belo "o" com a boca.
- Não... Não precisam disso! - Gargalhei um boco e ela me olhou fixadamente. - Apenas precisa ser você, formem um casal, lidere e jogador de basquete, isso é um grande começo. - Disse e ela sorriu.
- Os seus conselhos são os melhores! - Sorriu.

Sorri para ela e ela saiu suspirei e Charles e Ryan riram, bobocas.

- Heey popularzão. - Ouvir a risada abafada de Victor, ela me dava nojo, se alevantei e assim fizeram Charles e Ryan. - Ei ei, vim em paz - Gargalhou.
- Fala o que quer - Disse e desviei o olhar para as pessoas nos olhando, a cantina sempre era cheia.
- Quero conversar com a biba, a sós - Ele disse e Chaz e Ryan me olharam, eu assenti e eles se sentaram, os amigos de Victor fizeram o mesmo - Na sala de química, pode ser? - Perguntou.
- Claro - Respondi sorridente e nós fomos até lá. Chegamos e eu se sentei na mesa do professor esperando ele começar.
- Bom... O que você estava fazendo dia 07 de março de 201'? - Perguntou e eu me arrepiei, puta que pariu esse viado não pode ter descobrido.
- Não sei cara, estamos em 2012 eu sei lá o que fazia em 2011 - Rir forçado.
- Eu tenho... - Riu abafado - Eu tenho ideia do que fez, quero dizer, tenho fotos - Riu e tirou uma foto do bolso, não dava para ver o que era, mais eu já sabia o que era, filho da puta.
- - Gargalhei - Estava me perseguindo? - Fiquei em pé o encarando com ódio nos olhos.
- Não... - Gargalhou - Só tive uma... - Riu - Ajuda! - Sorriu - Bom, olha a foto ai - Jogou e caiu no chão, olhei para baixo e vir uma foto minha... FILHO DA PUTA!
- ONDE CONSEGUIU ISSO? - Gritei.
- Ei.... Ei se encosta um dedo em mim, essas fotos serão enviadas para senhora Pattie Mallette e senhor Jeremy Bieber! - Gargalhou, filho da puta, planejou tudo -. Não importa o que acontecer comigo, há pessoas sabendo disso também. - Sorriu vitorioso e eu senti nojo dele, cuspi diretamente em sua cara e ele começou a gargalhar - Eu limpo, não tem problemas - Tirou a camisa e limpou o cuspi do rosto com ela -. 
- Filho da puta! - Disse pensando, puta que pariu tenho que fazer algo.
- Mano, calma ai... Eu bom, não acabei ainda, soube do roubo... - Riu. - Roubo que o Jeremy fez. - O olhei fixadamente, isso não... Não, isso passou dos limites.
- Co-Como é capaz de mexer com minha família por causa de popularidade na faculdade. ´porra cara, aonde está com a cabeça? - Perguntei com raiva e balancei a cabeça negativamente.
- Bom, para que seus pais não saibam ou sofram com as consequências... Vamos ver uma coisinha que pode fazer, primeira: - Ele ia dizer mais eu o interrompi com um belo soco na cara, nojento.
- EU TE ODEIO FILHO DA PUTA! - Gritei exaltado. Ele limpou o sangue do rosto rindo.
- É... Como eu ia dizendo, a primeira coisa a ser feita é: Deixar de ser popular na escola. - Riu. - O ano tá acabando e as pessoas vão se esquecer de você, ai ano que vem você volta e se esforça para parecer um nerd, combinado? - Ele perguntou me olhando e meu olhar não era nada mais nada menos que fúria. Eu vou matar ele!
- Eu vou te matar, filho da puta, COMO VOCÊ MECHE COM SENTIMENTOS DE UMA FAMÍLIA POR CAUSA DE PORRA DE POPULARIDADE? VOCÊ TEM MERDA NA CABEÇA? PUTA QUE PARIU CARA, VAI DAR O CU NAS ESQUINAS, ASSUME QUE É GAY E ABAIXA AS CALÇAS QUE EU TE COMO AQUI E TE MATO LOGO DEPOIS! EU VOU TE MATAR, VOU TE MATAR AONDE VOCÊ TIVER, TEM NOÇÃO DO QUE É BRINCAR COM UMA FAMÍLIA? MEUS PAÍS, MEUS PAÍS NÃO TEM NADA A VER COM QUE ACONTECE ENTRE AGENTE PORRA VICTOR! - Gritei o olhando e eu podia apostar que as lagrimas de ódio caiam no meu rosto, ele mexeu com o que mais importa pra mim, eu me considerava morto ali. Não era questão de ser popular, era questão da minha família.
- Bom, você mexeu comigo cara, aguenta. - Ele suspirou e colocou a mão no meu ombro, eu poderia quebrar a mão dele, mais pensei em minha família, eu farei o que ele pedir. - Bom a segunda é trocar o estilo, quero ser como você... - Sorriu -. Esse estilo maneiro. - Riu e eu o olhei balançando a cabeça.
- Tudo, menos isso. - Suspirei. - Você brincou com toda a minha vida, agora quer roubar meu estilo? É para ser nerd porra, sou nerd, defendo minha família, eu mudo, eu esqueço toda essa porra, mais não mexa com mais nada do que eu se importo, por que você vai morrer de todo os jeitos. - Resmunguei.
- - Gargalhou. - Ah e... A partir de agora, você é meu saco de pancadas. - Sorriu. - Quando eu olhar para você, apenas abaixe a cabeça. - Sorriu. - Passe as regras pro seus amigos gays.
- Eles não cara... Não meta isso entre eles, eles não tem nada a ver com isso... Por favor! - Implorei.
- Ok, ok bicha, eu vou ver o que posso fazer por ele, mais pode dizer o que aconteceu a eles, para eles não saírem espalhando besteiras por ai e... Se eles encostarem um dedo em mim, eu mando as fotos para Pattie. - Disse e sorriu. - Tchau nerd. - Riu e saiu. Peguei um papel que eu vir por ali, uma caneta do meu bolso e comecei a escrever.

" Hey, meu nome é Justin Bieber, você deve saber quem eu sou, se você participou da School Study, no ano de 2011, sabe? Seja lá quem você for, o importante é que você ama sua família e faria tudo por ela, não é mesmo? Seja como você for, o importante é que ser popular não é tudo, mais ter uma família com honra e feliz, é tudo. Para que ser popular, se seus país são separados? Para que ser popular, se tudo o que você sempre sonhou não aconteceu... Ei, calma, não disse que era para você parar de sonhar. Sonhe e tenha fé, mais não tenha inimigos, ame e seja amado, respeite e seja respeitado e se algo acontecer, apenas acredite que você pode ultrapassar. Eu tenho um grande sonho e esse grande sonho é ser um grande astro da música. Ficar famoso e amar pessoas, eu sofri por ter país separados, mais hoje, meu pai é presente. Ele diz para acreditar que eu possa ser famoso um dia, mais sabe? Eu to perdendo as esperanças, não seja como eu, não siga meu exemplo, continue sonhando e olha, obrigado por encontrar esse papel, se é que você leu. Se você entendeu essas letras, saiba que é bom sonhar... Mais é ruim quando seus sonhos tem vários obstáculos, mais os ultrapasse e faça de tudo para fazer o bem. Por que quem faz o bem colhe o bem.
              Assinado: Justin Bieber".

Limpei as lagrimas, ele mexeu com minha família e ainda tenho que aturar ele me batendo, agora? Mesmo sabendo que sou mais forte que ele, tanto na força, quanto na fé. Mais no fim, o culpado de tudo isso sou eu, meu pai roubou dinheiro para me sustentar e eu fui fumar maconha, agora Victor tem essa foto e se meus pais descobrirem eu serei preso e meu pai  será também, o que vai ser de minha mãe sozinha? Eu vou enfrentar tudo isso por você, mãe.

Flash Back Off

A vida dá revira voltas, então quando chegar no topo, não se desequilibre, você pode voltar para baixo.Mais acima de tudo, revire e volte ao topo. Chega de pensar, não é? - Me perguntei e suspirei. Me alevantei da cama e peguei meu celular, não dava para acreditar ainda que eu tinha feito tudo aquilo, tudo que acontece de mal agora, é tudo fruto do que eu fiz, por que eu fiz aquilo? Meu pai é obrigado a roubar para agente não passar fome eu roubo o dinheiro dele e vou fumar maconha? Que tipo de pessoa faz isso, EU SOU UM MONSTRO! Arrrrrrrh que ódio, por que eu existo? Eu não sirvo para exatamente nada, eu me odeio e odeio Victor, ODEIO AQUELE FILHO DA PUTA, peguei meu celular e disquei o número de Chaz. Chamou e chamou, no 4 toque ele atendeu.

- Fala brô. - Chaz disse assim que atendeu.
- Ei, preciso de whisky, será que tem? - Perguntei.
- Hey hey, tá doido? - Perguntou.
- To cara, lembrei de tudo aquilo novamente e... Sabe preciso esquecer que acabei com minha própria vida, por ser idiota demais... Arrh, Whisky ou Vodka, pode ser uma cervejinha mesmo. - Disse me alevantando e abrir meu guarda-roupa para conferir se tinha dinheiro.
- Vai gastar o dinheiro com cervejas e drogas? Cara, ei, você não é um monstro, você fez tudo isso por sua família, que tipo de monstro faria isso? - Perguntou e eu fechei as portas do guarda-roupa bufando com raiva. - Justin, toda vez que se lembra disso, perde o equilíbrio, cara se beber, vai matar o Victor e seu pai vai encana junto com você. - Disse e eu me sentei com a mão no rosto.
- Arrrrrrrrrrrh Chaz você é muito chato!! - Resmunguei.
- Sou seu amigo. - Gargalhou.
- Arrh, é... É tá, tá não vou fazer nada, venha aqui em casa. - Bufei. - To sozinho.
- Chama a Alana cara, transa com ela! - Riu.
- Não cara... Ela ainda acha que eu sou nerd de verdade... - Olhei para as paredes.
- Alice? - Perguntou.
- Aff, não entendeu que não preciso de sexo porra? - Perguntei com raiva.
- Não quero ir para ir, to prestes a transar com uma lésbica gostosa. A Thais! - Disse e eu suspirei.
- Quanto pagou a ela? - Perguntei e rimos juntos.
- 200 Dólares. - Disse e eu rir.
- Ai, ai Chaz Somers, só você mesmo! - Rir.
- Tá, tá, chama o Ryan e não apronta cara. - Disse.
- Tchau. - Desliguei.

Ligação Mode Off

Liguei para Ryan, mais sem respostas, com certeza tava transando com alguém a e se acha que fiquei besta por ser nerd, não, eu transo muito ainda, tenho swag. Gargalhei comigo mesmo e se alevantei da cama, um Whisky caia bem, mais com Chaz disse, fico meio doido e eu poderia matar Victor, então melhor não... PUTA QUE PARIUU! AAAARH Vou fazer o que? - Me perguntei, ah, que calor, tirei a bermuda e fiquei só de box, não vinha ninguém mesmo.
Fui até a cozinha e peguei um copo d'água o tomando na mesma, olhei para geladeira e tinha várias guloseimas, mais não tava muito a fim. Sai da cozinha e fui para a sala, liguei a TV e na mesma hora a campainha tocou, aff que saco.

- Quem porra é? - Perguntei, sabia que não era minha mãe. Não disseram nada, só tocaram a campainha de novo. - JÁ VAI CARALHO! - Gritei com raiva e subi de novo, peguei minha bermuda e coloquei, fiquei sem camisa mesmo. Voltei e abrir, quando abrir, eu realmente não tava acreditando, o que porra essa garota acha que está fazendo? Ok que eu gosto de saber que ela veio aqui, mais tipo, ela é a Hanna Marin porra. Que diabos, ela acha que tá fazendo? - Me perguntei.

- Caralho, não entendeu que não quero sua amizade? - Perguntei.
- Eu... - Me olhou de cima a baixo e suspirou tentando focar no que veio fazer. - Eu achei uma coisa e... - Ela disse. - PORRA VELHO, BOTA UMA CAMISA! - Ela gritou resmungando e eu rir de seus modos.
- Você está na minha casa, infelizmente, aqui sou eu que mando e não, se quiser falar, fale logo, não vou vestir porra de camisa nenhuma. - Disse a olhando.
- Ok... - Respirou. - Eu achei isso. - Me deu, era um papel, papel que parecia bem velho.
- O que é isso? - Rir.
- É... Você não parece nerd! - Ela disse e respirou forte novamente. - Leia! - Disse.
- Não... - Disse e a entreguei o papel novamente. Bufei com raiva. - Deve ser coisa do Victor, não preciso disso. - Fechei a porta na cara dela e ela começou a apertar a campainha umas 200 vezes. Bufei com raiva, garota chata arr. Abrir de novo. - ME DÁ LOGO ESSA PORRA! - Puxei o papel e comecei a ler. Meus olhos se arregalaram ao ler, letra por letra. Sim era... Era a minha carta! Era a minha carta, que escrevi exatamente a 1 ano atrás! Meus olhos lacrimejaram ao ler aquela carta, mais justo ela teve que achar? Por que logo Hanna? Por que?
- Eu achei isso, ano passado e... Você era de lá, não é um novato! - Ela disse. - Estava lá desde 2011 e era popular... Eu vim me lembrar dessa carta ontem, ao ver o que aconteceu, quando você falou com fúria, eu percebi que escondia algo e esse algo, é o que te faz ser assim, forte e firme, não é? - Perguntou me olhando.
- Vá embora, não sei do que está falando. - Disse com raiva.
- Com certeza, sabe. Se não, não teria reagido assim, deixe-me entrar, por favor... Eu sei que sabe cantar melhor do que o Chris Brown! - Ela disse e eu rir, porra eu rir? - Ei, deixe-me conversar com você... - Insistiu, garota chata.

Hanna Marin P.V.O


Ele me olhou, estava furioso, mais quando eu li a carta, em 2012. Eu sabia que esse garoto, sofreu algo, pois ele era popular, avia grandes sentimentos nele, eu guardei em uma caixinha de coisas importantes e eu me prometi que se o achasse, eu saberia de tudo sobre ele e que ele seria uma pessoa importante para mim. Ontem, na hora da briga de Victor e Justin, na hora das palavras que Justin me disse eu me lembrei da carta e eu me lembrei do nome da assinatura, do nome da escola. Eu me lembrei, eu cassei a carta com fé, hoje é sábado, não tem faculdade, por isso fiquei meio nervosa, já que não sabia como iria ver Justin. Quando li a carta, vir a assinatura novamente e era o nome dele, o nome dele "Justin Bieber", isso não é coisa que se acontece todo dia, eu me lembrei da casa dele e eu vim aqui, soube por uma garota que viam passando, que ele não estava, por que sempre sai quando a mãe na está em casa, eu fiquei desesperada, mais mesmo assim, bati e agora aqui estou eu, insistindo para que ele conversasse comigo, ou ao menos, me desse uma chance de se abrir com ele. Quando ele abriu a porta, ele estava apenas com um permuda azul, mostrando o elástico de sua cueca box, creio. Seu peitoral era sexy, eu não me focava no que vim fazer, era apenas em seu tanquinho sexy e delicioso. Mais, na hora H eu sabia que ele iria me deixar entrar.

- Garota, não pode deixa-la entrar, não a conheço de verdade! - Ele disse.
- Como se fosse problema para Justin Bieber... - O olhei. - Não era isso que dizia? - Perguntei e ele parou tudo me olhando com os olhos cheio de lagrimas. - Não era isso que dizia quando era popular? - Perguntei novamente,
- Droga, entra logo! - Ele disse e eu entrei, a casa dele era normal, não tão exagerada, não era uma bela mansão, mais era casa de rico. - Senta. - Ele disse tirando as almofadas e jogando-as na cadeira.
- É... Ok. - Sentei. - Me entrega o papel? - Disse, eu amava ler aquela carta, todos os dias, meio que me inspirava a não desistir. Ele me entregou e desligou a TV que estava ligada.
- Vou vestir uma camisa. - Ele disse e eu assenti, graças a Deus, pois não estava aguentando mais aquela situação. Ele subiu e eu reparei em cada detalhe da casa, bom, a mãe dele tinha um belo gosto. Demorou uns 10m e ele desceu, isso ai 10m.
- Demorou! - Gargalhei o fazendo gargalhar também, mais agora ele estava com um short até o joelho, jeans e a uma blusa bem estilosa.
- Demoro nessas coisas, é por que vou sair depois. - Ele disse e eu assenti.
- É... Não tem jeito de nerd. - Ri.
- Por que eu não sou um. - Ele disse e se sentou no sofá, ao meu lado, não tão perto, assim agradeci.
- Podemos começar... - Ele disse. - O que quer? - Perguntou.
- É... Apenas saber a sua história. - Disse e ele me olhou interessado.


Continua?

Hehe, gostaram? Huum, Justin não é praticamente nerd!! Oh meu Deus, e agora? O que Hanna que saber? Aguardem os próximos capitulos, espero que tenham gostados, bjss. Comentem :*





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